As hérnias abdominais são protrusões de órgãos ou tecidos através de pontos de fragilidade da parede abdominal. O Dr. César Cappabianco, especialista em hérnia com mais de 20 anos de experiência, oferece tratamento consistente para diferentes tipos de hérnias abdominais, incluindo hérnia umbilical, hérnia inguinal e hérnia epigástrica, entre outras várias
O tratamento de hérnia é realizado através de técnicas convencionais, laparoscópicas ou robóticas, conforme indicação específica de cada caso. A escolha da técnica cirúrgica considera localização da hérnia abdominal, tamanho do defeito, condições do paciente, experiência do cirurgião e uso tela de telas quando recomendado, sempre priorizando segurança e resultados funcionais adequados.
Hérnia epigástrica localiza-se habitualmente na linha média do abdome, acima do umbigo. Geralmente pequena, pode causar dor intensa mesmo com tamanho reduzido. O tratamento é cirúrgico, usualmente por técnica aberta.
A cirurgia de hérnia umbilical é indicada para correção com reparos mais simples em defeitos pequenos, podendo ser reforçado com tela nos defeitos maiores.
O tratamento cirúrgico pode ser realizado por técnica aberta com colocação de tela de reforço ou laparoscópica (acessando o defeito herniário por dentro da cavidade abdominal). A definiçao de qual via de acesso é escolhida após avaliação de fatores particulares de cada paciente, por exemplo bilateralidade e recidiva.
O refluxo gastroesofágico associado à hérnia de hiato pode requerer correção cirúrgica quando há insucesso do tratamento clínico. A fundoplicatura ou cirurgia anti-refluxo busca corrigir o defeito anatômico e impedir o refluxo, confeccionando uma válvula de contenção com o próprio estômago.
O tratamento de hérnia abdominal pode ser realizado através de técnica aberta convencional com uso de telas sintéticas quando indicado, cirurgia laparoscópica para casos selecionados oferecendo menor dor pós-operatória, ou cirurgia robótica em situações específicas que requerem maior precisão ou envolvem maior complexidade. A escolha da técnica considera o tipo e localização da hérnia, experiência do cirurgião especialista em hérnia, condições do paciente e preferências individuais, sempre priorizando segurança e eficácia do procedimento cirúrgico.
Telas sintéticas para redução do risco de recidiva
As telas cirúrgicas são materiais sintéticos de polipropileno ou poliéster utilizados para reforço da correção de hérnias abdominais. São indicadas principalmente em hérnias maiores que 2cm, casos recidivados ou pacientes com fatores de risco para recidiva. A fixação é realizada com suturas, grampos ou cola biológica. O uso de telas reduz significativamente o risco de recidiva da hérnia
O Dr. César oferece tratamento completo de hérnias abdominais como especialista em hérnia com experiência em diferentes técnicas cirúrgicas. Realiza correção de hérnia umbilical, hérnia inguinal e outros tipos através de abordagens convencionais, laparoscópicas ou robóticas conforme indicação. Utiliza telas modernas quando apropriado, oferece avaliação criteriosa para melhor técnica cirúrgica e acompanhamento especializado para prevenção de recidivas.
Manter peso adequado reduz pressão intra-abdominal e tensão na parede abdominal.
Exercícios para músculos abdominais, evitar esforços excessivos súbitos e manobra adequada para manipulação de peso.
Controle de tosse crônica, constipação intestinal, asma, prostatismo e outras condições que aumentam pressão abdominal.
Nem sempre. Hérnias pequenas e assintomáticas podem ser acompanhadas, mas a tendência é o crescimento progressivo. A cirurgia é o único tratamento definitivo e recomendada para prevenir complicações.
A cirurgia aberta utiliza incisão maior sobre a hérnia, enquanto a laparoscópica usa pequenas incisões. A escolha depende do tipo de hérnia e experiência do cirurgião.
Não. Hérnias pequenas podem ser corrigidas apenas com sutura. Telas são indicadas para hérnias maiores ou com maior risco de recidiva.
Varia conforme a técnica e tamanho da hérnia. Atividades leves uma ou duas semanas. Intensa em torno de um mês ou além.
A recidiva é possível com menor ocorrência quando a técnica é adequada. Uso de telas reduz significativamente este risco.
Sim, mas gradualmente. Exercícios leves após liberação médica, atividades intensas somente após um período cicatricial suficiente.
Não necessariamente. Cada técnica tem suas indicações específicas. A escolha é individualizada conforme cada caso.