CIRURGIA VIDEOLAPAROSCÓPICA EM CAMPINAS

Dr. César Cappabianco - CRM/SP 104.989

Cirurgia Videolaparoscópica

Técnica minimamente invasiva para procedimentos do aparelho digestivo

A cirurgia videolaparoscópica é uma técnica minimamente invasiva que utiliza pequenas incisões (0,5 a 1,5 cm) para realizar procedimentos cirúrgicos. Através dessas incisões são inseridos instrumentos cirúrgicos e uma câmera de alta definição que permite visualização ampliada da cavidade abdominal.

Esta técnica oferece vantagens como menor trauma cirúrgico, redução da dor pós-operatória, cicatrizes menores e recuperação mais rápida comparada à cirurgia aberta convencional. É indicada para diversos procedimentos do aparelho digestivo, sendo escolhida conforme avaliação individual de cada caso.

Cirurgias Laparoscópicas disponíveis

Procedimentos minimamente invasivos do aparelho digestivo realizados por videolaparoscopia

Colecistectomia Laparoscópica
Remoção da vesícula biliar através de técnica minimamente invasiva para cálculos e inflamações.
Herniorrafia Laparoscópica
Correção de hérnias inguinais e umbilicais utilizando técnica videolaparoscópica.
Fundoplicatura Laparoscópica
Tratamento cirúrgico do refluxo gastroesofágico e hérnia hiatal por via laparoscópica.
Colectomia Laparoscópica
Ressecção de segmentos do intestino grosso para diversas condições através de videolaparoscopia.
Gastrectomia Laparoscópica
Procedimentos no estômago realizados por técnica minimamente invasiva quando indicado.
Apendicectomia Laparoscópica
Remoção do apêndice cecal através de videolaparoscopia para casos de apendicite.

Vantagens de escolher o Dr. César para Cirurgia Laparoscópica

FAQ - Cirurgia Videolaparoscópica

1. Como é realizada a cirurgia laparoscópica?

São feitas pequenas incisões (0,5 a 1,5 cm) por onde são inseridos instrumentos cirúrgicos e uma câmera. O abdome é insuflado com gás para melhor visualização e o procedimento é realizado através destas pequenas incisões.

Principais vantagens incluem menor dor pós-operatória, cicatrizes menores, recuperação mais rápida, menor tempo de internação e retorno mais precoce às atividades habituais.

Não. A indicação depende do tipo de doença, anatomia do paciente, experiência do cirurgião e condições específicas de cada caso. Alguns procedimentos podem requerer conversão para cirurgia aberta.

Geralmente sim. A maioria dos pacientes retorna às atividades leves em poucos dias e às atividades normais em 2-4 semanas, comparado a períodos maiores na cirurgia aberta.

Os riscos são similares à cirurgia convencional, como sangramento e infecção. Riscos específicos incluem lesões relacionadas aos instrumentos e complicações da insuflação com gás.

A conversão pode ser necessária por dificuldades técnicas, sangramento, aderências extensas ou complicações durante o procedimento. Não é considerada falha, mas sim medida de segurança.

Pode ser ligeiramente maior, especialmente em casos complexos. Porém, os benefícios pós-operatórios geralmente compensam este tempo adicional.

Caracteriza-se por menor dor, alta hospitalar mais precoce e retorno gradual às atividades. Orientações específicas são fornecidas conforme o tipo de procedimento realizado.

Contato - Dr. César Cappabianco